A única coisa que pode chegar próximo da verdade absoluta é essa crença, essa certeza íntima, as vezes apaixonada e cega, que os homens fazem de suas próprias convicções. Flávio Takemoto.
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06 dezembro, 2010
23 abril, 2010
Alguns aforismos
F. Takemoto
O única coisa que pode chegar próximo da verdade absoluta é essa crença, essa certeza íntima, as vezes apaixonada e cega, que os homens fazem de suas próprias convicções.
O conhecimento pode abrir diversas janelas em nossa própria percepção, só a ação pode abrir as portas.
Toda nossa percepção de realidade é limitada, seja num sentido "a posteriori" ou "a priori". A lacuna entre ser perfeito e imperfeito é exatamente ter total percepção da realidade.
A realidade é uma subcriação de nossa mente, que por sua vez é subcriação do espírito. Os processos que fazem minar a consciência da realidade em nossos maquinismo mental é decorrente de vastas e complexas interações de conhecimentos e experiências arquivadas em nossas memórias. Ora se uma realidade interna se expressa por meio de um acervo de nossas memórias e experiências (que também são memórias) a realidade é criação nossa e ela não é, pelo menos ontologicamente, do jeito que nós a criamos.
A ignorância pode ser uma necessidade por vezes. A ignorância pode ser o não saber, ou o não compreender, ou o não desejar compreender.
O única coisa que pode chegar próximo da verdade absoluta é essa crença, essa certeza íntima, as vezes apaixonada e cega, que os homens fazem de suas próprias convicções.
O conhecimento pode abrir diversas janelas em nossa própria percepção, só a ação pode abrir as portas.
Toda nossa percepção de realidade é limitada, seja num sentido "a posteriori" ou "a priori". A lacuna entre ser perfeito e imperfeito é exatamente ter total percepção da realidade.
A realidade é uma subcriação de nossa mente, que por sua vez é subcriação do espírito. Os processos que fazem minar a consciência da realidade em nossos maquinismo mental é decorrente de vastas e complexas interações de conhecimentos e experiências arquivadas em nossas memórias. Ora se uma realidade interna se expressa por meio de um acervo de nossas memórias e experiências (que também são memórias) a realidade é criação nossa e ela não é, pelo menos ontologicamente, do jeito que nós a criamos.
A ignorância pode ser uma necessidade por vezes. A ignorância pode ser o não saber, ou o não compreender, ou o não desejar compreender.
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